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Entenda a importância do Sistema Financeiro de Habitação

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Sonhar com a casa própria e com o direito de ter uma moradia fixa é algo que costuma aparecer com frequência, em diversas idades e situações. Seja para sair da casa dos pais ou começar uma vida ao lado de quem você ama, o investimento requer tempo e dinheiro. Mas você conhece uma das ferramentas que contribuem com o processo? O Sistema Financeiro de Habitação (SFH)?

A modalidade foi criada há anos e mantém desde a criação o mesmo objetivo: reduzir o déficit habitacional no país, problema que parece persistir além dos anos. Ainda não conhece o SFH e quer saber mais? Então aproveite para ler o conteúdo até o final e confira mais detalhes.

O que é o Sistema Financeiro de Habitação

A falta de moradia é algo que existe há tempos, dificultando o sonho e o desejo de comprar a casa própria. Diante deste cenário, ainda na década de 60 foi criado o Sistema Financeiro de Habitação com o objetivo de facilitar o acesso dos brasileiros e combater o déficit.

Na questão econômica, boa parte do dinheiro utilizado para comprar as residências é armazenado nas poupanças ou no uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), opção que acaba sendo a mais atrativa para aqueles que trabalham de carteira assinada.

Vale ressaltar que o valor pode ser utilizado para compra, reforma e aquisição de materiais, definido de acordo com um conjunto de regras e diretrizes que regulam o acesso ao crédito.

Como funciona o Sistema Financeiro de Habitação?

Por se tratar de uma opção destinada aos que precisam comprar um imóvel próprio, mas ainda não possuem o recurso financeiro, a modalidade deve ser aplicada nos casos em que os compradores desejam financiar até 80% do valor, pagando os outros 20% até a assinatura do contrato.

Outro parâmetro que é levado em consideração é o valor da casa ou apartamento, já que o imóvel não pode ultrapassar os 1,5 milhões. Para isso é necessário ser brasileiro e ter mais de 18 anos. No momento da solicitação, o responsável passa por uma análise de crédito para compreender os valores que podem ser pagos e qual é a média ideal de parcela.

É nesta hora que o banco consegue identificar o perfil do comprador e qual é o imóvel que está de acordo com as necessidades, evitando problemas futuros na hora dos pagamentos mensais — o valor da parcela não pode ultrapassar os 30% dos ganhos da família ou comprador.

O prazo máximo de financiamento é de 35 anos e a taxa mensal é fixa, levando em consideração a Taxa Referencial, responsável por medir os juros que serão pagos em cada momento, de acordo com a situação econômica do país.

Este é o modelo mais utilizado e contempla programas do governo federal, incluindo o Minha Casa Minha Vida — existem alguns critérios que devem ser preenchidos para ter acesso ao subsídio.

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